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Espaço público, realojamento e reinserção social


No próximo dia 19 de Abril (17h30) será apresentado no Auditório Afonso de Barros, na Ala Autónoma do ISCTE, o projecto: A concepção do espaço público em bairros de realojamento como pressuposto estruturador de inserção social.

Ruínas, com debate

"A Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos e a Alambique promovem no próximo sábado, 10 de Abril, no Cinema King, em Lisboa, um debate sobre o filme “Ruínas” de Manuel Mozos.
 
O debate seguir-se-à à sessão de cinema das 21h45 e juntará o realizador do filme, Manuel Mozos, os arquitectos Michel Toussaint, Rui Mendes, José Manuel Rodrigues e Miguel Judas da Ordem dos Arquitectos para além do arquitecto João Santa Rita.

Actualmente em exibição em Lisboa (Cinema King) e no Porto (Teatro Campo Alegre) o filme “Ruínas” de Manuel Mozos, é um documentário de “fragmentos que alinha, durante uma hora, ruínas de Portugal, da sua memória, do seu tempo”.

De acordo com a sinopse, “Ruínas” reúne pedaços de “espaços e tempos, restos de épocas e locais onde apenas habitam memórias e fantasmas. Vestígios de coisas sobre as quais o tempo, os elementos, a natureza, e a própria acção humana modificaram e modificam. Com o tempo tudo deixa de ser, transformando-se eventualmente numa outra coisa. Lugares que deixaram de fazer sentido, de serem necessários, de estar na moda. Lugares esquecidos, obsoletos, inóspitos, vazios”.

E continua: para o filme “não interessa explicar porque foram criados e existiram, nem as razões porque se abandonaram ou foram transformados. Apenas se promove uma ideia, talvez poética, sobre algo que foi e é parte da(s) história(s) deste País”.

Depois de conquistar o prémio TOBIS para a melhor longa metragem portuguesa no IndieLisboa’09, o filme "Ruínas" de Manuel Mozos conquistou o prémio Internacional Georges de Beauregard no Festival FidMarseille."      Notícia d'aqui - oasrs

(até lá Rui!)

"A Livraria A+A lança, no dia 9 de Abril, às 19h, o livro “Novos Princípios do Urbanismo seguido de Novos Compromissos Urbanos” de François Ascher, consagrado com o Grand Prix de l'Urbanisme 2009, dias antes da sua morte, e considerado “um dos mais influentes investigadores e profeta do novo paradigma do urbanismo contemporâneo”.

Segundo a A+A “a presente edição reúne as duas últimas obras de François Ascher sobre Urbanismo: Les nouveaux principes de l'urbanisme e Les nouveaux compromis urbains”. Sociólogo e politólogo, François Ascher centrou nos últimos vinte anos a sua reflexão sobre a perturbadora dinâmica das formas de vida-e-urbanização do último meio século que caracteriza como passagem da modernidade para a hipermodernidade.

A ele se deve não só a explicação das razões profundas – socioeconómicas, tecnológicas e culturais pelas quais as cidades que herdamos davam lugar a uma verdadeira mudança de “paradigma” territorial – mas também a justificação das políticas capazes de conduzir à convivência das diversidades de assentamento que Choay tinha anunciado como a passagem de “la ville a l’urbain”.

Ascher pôs em circulação alguns conceitos sobre a “cidade contemporânea” que pela sua precisão se tornaram descritores expressivos das novas articulações da urbanidade que adoptamos e da urbanização em que nos movemos. Recordamos os termos que propõe nos próprios títulos, para não ir mais longe: “Meta(polis)” – em vez de mega ou metro – para acentuar a transversalidade e a extensividade, em vez da grandeza ou dos limites rígidos que caracterizavam a cidade; “plural” acentuando a diversidade, a complexidade, em vez da uniformidade ou da densidade dos seus assentamentos; “compromisso”, acentuando os défices de consenso sociocultural e de governância, em vez da unicidade das políticas e soluções (do Prefácio de Nuno Portas).

François Ascher (1946-2009) foi um dos principais pensadores contemporâneos sobre a cidade e as mudanças urbanas nas últimas décadas. Teve um percurso que o conduziu da Economia, passando pelo Urbanismo e pela Sociologia. Esta formação tripartida alimentou a sua reflexão sobre a Cidade, tão fecunda como difícil de classificar, e a sua abundante crítica da planificação urbana tradicional."

notícia d'aqui

SE 30 - Stalker em Sevilha







" … SE-30 otros paisajes propone un descubrimiento sensible del paisaje periurbano de Sevilla, utilizando el andar como herramienta específica y la ronda de circunvalación SE-30 como hilo conductor para leer las evoluciones de la ciudad contemporánea.

Workshop    12-17 abril 2010

12  Conferencias sobre la relación andar, paisajes y territorio
13,14,15 Recorrido a pie durante 3 días a lo largo de la SE-30
16,17  Taller de reflexión y síntesis de la experiencia del recorrido

Invitado: laboratorio Stalker/Osservatorio Nomade Roma

Giulia Fiocca, Aldo Innocenzi, Margherita Pisano y Lorenzo Romito, representarán en Sevilla a Stalker/Osservatorio Nomade (ON), que desarrolla herramientas singulares de análisis del territorio. Su modus operandi permite un levantamiento sensible, complejo y dinámico de los lugares y de las comunidades que lo habitan al mismo tiempo que investiga los cambios en curso en la relación entre el hombre y el Medioambiente. Además de ...."

mais em se30 otrospaisajes

The Right to the City-Bridging the Urban Divide


"In the space of a few short years, the World Urban Forum has turned into the world's premier conference on cities. The Forum was established by the United Nations to examine one of the most pressing problems facing the world today: rapid urbanization and its impact on communities, cities, economies, climate change and policies...."   Ler mais

A pé para a escola

Seminário Internacional - Loures, 19 Março 2010












Foto de nytimes 2009/13/09

Nos últimos anos tem-se vindo a assistir a uma quebra dramática do modo pedonal no acesso à escola por parte dos alunos. A tomada e largada de alunos nas escolas pelos seus pais, cada um no seu automóvel, têm-se tornado num grave problema de gestão da mobilidade, de segurança rodoviária e organização do espaço público junto às entradas das escolas. A estes problemas juntam-se, ainda, as consequências nefastas em termos de saúde e desenvolvimento social das crianças, para além de contrariar objectivos de sustentabilidade.

O projecto visa criar um modelo local de intervenção social, replicável, que permita promover a sensibilização e mudança comportamental da comunidade escolar relativamente às deslocações pendulares casa-escola. Neste contexto, o projecto visa a criação e aplicação de estratégias e medidas para facilitar as deslocações pedonais, num processo de capacitação que envolve as comunidades e as instituições locais.

Texto do Programa             Blog a pé para a escola

Espaços Públicos na Culturgest








© António Câmara

1ª conferência, hoje às 18 e 30

Espaços públicos, como as ruas e os jardins, não têm registado evoluções substanciais nas últimas décadas. Mas neste início de século estão a aparecer propostas que têm o potencial de alterar substancialmente a nossa vivência urbana. A mais radical vem da empresa americana Solar Roadways que pretende revestir os pavimentos das ruas e jardins com painéis especiais que recolhem e armazenam energia solar.

Visões sobre o futuro, por António Câmara

4 CONFERÊNCIAS QUARTAS-FEIRAS 10, 17, 24, 31 DE MARÇO de 2010

18h30 · Pequeno Auditório · Entrada Gratuita

Apresentações e gravações das conferências: carregue aqui

Seminário Internacional em Aveiro: A cidade a pé






















A Câmara Municipal de Aveiro promove, no dia 18 de Março, o Seminário Internacional “A Cidade a Pé”, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, entre as 9.00 e as 18.00.

O seminário surge no âmbito do Projecto Europeu de Mobilidade Active Access, integrado no programa europeu Intelligent Energy Europe, do qual o Município de Aveiro é um dos 17 parceiros europeus que integram a rede de cidades promotoras de medidas de mobilidade.

Este evento pretende divulgar e discutir o objectivo principal do Projecto Europeu “Active Access”, que reside na promoção de políticas que aumentem a circulação ciclável e, sobretudo, pedonal nas pequenas deslocações dos cidadãos, ganhando consciência das hipóteses de compras, serviços e lazer na sua vizinhança. Estarão presentes representantes e especialistas dos diversos parceiros europeus.

O projecto europeu ambiciona conseguir uma redução do consumo de energia e emissões, bem como melhoria na saúde das populações, prosperidade do comércio tradicional e ainda o aumento do sentido de pertença a um lugar, reforçando os laços de vizinhança e implementando a urbanidade.

O projecto Active Access, tem como parceiros europeus, para além de Aveiro, uma rede constituída pela Universidade de Napier (líder do consórcio) e pelas cidades de Koprivnica na Croácia, L’Aquila em Italia, Szeged na Hungria, a Austrian Mobility Research, o município de Tartu na Estónia, a Agência de Energia de Harguita, o Club de Ciclistas da Hungria, o Centro Nacional de Saúde da Eslovénia, o Instituto Alemão de Assuntos Urbanos, a Agência de Energia Prioriterre de Annecy em França, a Agência de Energia de Ribera em Espanha, Cities 4 Mobility, Universidade de Chipre, Walk 21 e The Association for Urban Transition.

Programa e Boletim de Inscrição aqui

Seminário Internacional - Participação


Seminário internacional

A participação dos utentes como garantia de eficácia e transparência na gestão dos serviços públicos: algumas experiências de sucesso

26 de Janeiro de 2010, CES-Lisboa/CIUL, Picoas Plaza, Rua do Viriato, nº 13 (estação de metro Picoas)

Workshop “O Funcionamento das Cidades Sustentáveis – Que Soluções para a Mobilidade?”

No dia 25 de Janeiro de 2010, na Culturgest (sala 2)

Programa.pdf

Seminário e filme da Trienal de Arquitectura





















programa.pdf

Ecocity World Summit 2009







Urban Ecological Foundations for Climate Solutions         ecocity2009.com

"Cities Can Save the Earth" e "Peace on Earth, Peace with Earth" são lemas deste encontro

Get the city right and everything else has a chance. It's big. It's basic. If our built environment is well organized and well designed, we can go a long way toward solving transport, energy, biodiversity, agricultural and climate problems. This is a rare insight in today's econmoic and environmental debate. It is crucial and this conference is putting it forward at a time of historic necessity.

Why cities?

Cities cover less than 1% of the earth's surface but are responsible for up to 75% of the world's greenhouse gas emissions. With more than 50% of the world's population living in cities (set to reach 60% by 2030), there is a ripe opportunity for humanity to reconsider the way we approach the built environment.

Reasons to Attend

Cities are complex, and enacting meaningful change while working with multiple constituencies can be filled with setbacks and frustration. What are the key ingredients for a successful plan that, after months and even years of work, doesn’t end up gathering dust on the shelf or become so watered down that the original vision is lost? What are the basic principles of ecocity design, planning and implementation, and how do they apply to already built out cities as well as new ecocity projects and proposals? Find out how ecocity practitioners — from architects, planners, designers and community organizers to government and political leaders — pull together the right teams of people with good ideas and get their projects up and running, in many cases with limited financial resources and sometimes despite a mountain of political opposition.

Compreender a cidade pós-industrial














"The engaged scientists and also possible "users" of the results will be given the opportunity to learn and to understand whichsimilar macro-processes (metropolisation, post-industrialism etc) are framing urban development and what the room tomanoeuvre is for architects, urban planners, artists and social scientists to understand and design the particular places intheir own country. It will, in this sense, enrich the perspective of all included persons by showing alternative approaches and strategies under similar conditions.

The project focuses on the current state of affairs in urban development and it aims atworking out an analysis and, furthermore, to advance on the proposal for concrete projects in the concerned cities."

Programa completo

2/3/4 de Dezembro, Goethe Institut

Re-making Places
















3ª Conferência anual "Re-making Places", organisada pela RUDI (Resources for Urban Design Information), Londres, 21 de Janeiro de 2010.

"Redesigning and remodelling places to cater for modern styles of life and a sustainable future can ensure urban areas remain vibrant and liveable places. But what are the key ingredients for creating successful urban environments? And what are the techniques for re-designing and improving places so they are suited for a better urban future? "

Link confª Remaking Places/

De(z) dentro do Castanheiro


Ainda a propósito do interessante Seminário sobre Árvores Monumentais, de Junho último ( e já agora, do S. Martinho de hoje).
Também estes links com textos a ele relativos:
resumos
reflexões
regeneração do carvalho-negral

Apesar do pouco eco que dele foi dado, de notar que contou com a presença e participação de profundos conhecedores do tema, como é o caso de Susana Dominguez, directora do projecto Arboles Vivas, de catalogação das árvores notáveis, em Espanha, de Ted Green, da Woodlandtrust, do Prof. Jorge Paiva da Univ. de Coimbra e do Engº Campos de Andrada da AFN.

FILOSOFIA E PAISAGEM

13 de Novembro de 2009 – 15h

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa - Anfiteatro III

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SLOW POETIC CITY WALKS
Arq. Pais. Jody Rosenblatt-Naderi (Universidade de Indiana)

DO PRÉ-MODERNISMO AO MODERNISMO – AS ALTERAÇÕES NAS FORMAS DE OCUPAÇÃO DO SOLO E O QUE SE PREVÊ PARA O FUTURO
Manuela Raposo Magalhães (Instituto Superior de Agronomia)


A PAISAGEM COMO IDENTIDADE ESTÉTICA DO LUGAR
Tiago Carvalho (Investigador do Projecto)
A SOMBRA DO MOVIMENTO CIVILIZACIONAL: A PAISAGEM COMO FRUTO DA CISÃO ENTRE O HOMEM E A NATUREZA
Ana Nolasco (Investigadora do Projecto)
APRESENTAÇÃO DA ANTOLOGIA: A PAISAGEM COMO PROBLEMA
Adriana Veríssimo Serrão (Coordenadora do Projecto)
ENTRADA LIVRE


Das conclusões apresentadas por Luísa Schmidt, destaque aqui para a necessidade de reforçar o espaço público colectivo e, com os princípios trazidos por Cynthia Nikitin, da PPS, e por Mário Alves, a ideia de que "placemaking é o pacemaker do coração da democracia"....

Lisboa e Austin lançam Rede Internacional de Cidades Criativas

in ambiente online

Foi ontem lançada, no Pavilhão de Portugal, em Lisboa, a Rede Internacional de Cidades Criativas, num evento promovido pela Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), o programa Austin-Portugal e a Câmara Municipal de Lisboa.
Na conferência esteve também presente Will Wynn, ex-mayor da cidade de Austin, no Texas. Para integrar esta rede, para além das cidades de Austin, no Texas, e Lisboa, serão convidados municípios nacionais e internacionais, como Barcelona, Amsterdão, Helsínquia ou Madrid.
De acordo com António Câmara, director nacional do Programa UT Austin-Portugal, a Rede Internacional de Cidades Criativas tem quatro principais objectivos: promover a troca de informação entre sistemas de governação; promover o intercâmbio entre universidades; fomentar a alternância de eventos culturais; e agregar indústrias criativas. António Fonseca Ferreira, presidente da CCDR-LVT, lembrou que Lisboa foi já protagonista na “primeira globalização” (Descobrimentos) e que, por isso, pode igualmente ser protagonista na segunda, tendo em conta a sua localização geográfica, o seu património e os seus relacionamentos históricos.



Austin investe na qualidade de vida


António Câmara reforçou igualmente a ideia de que vivemos «uma época tão virtuosa como há 500 anos» e elogiou a cidade de Austin, onde se vive «um ambiente de abertura, empreendedorismo e energia». Austin é a 14ª maior cidade dos EUA, com 7,8 milhões de habitantes. No entanto, disse Will Wynn, «Austin não parece uma grande cidade, uma vez que, ao invés de construirmos grandes infra-estruturas, como portos ou aeroportos, investimos na protecção da qualidade de vida».
Por isso, a cidade tem «água e ar limpos», não tem indústrias poluidoras, apostou na criação dos espaços verdes e de lazer, e facilita a realização de eventos culturais, principalmente festivais de música ao vivo, ou a realização de filmes na cidade. «Reduzimos os custos a quem faz as coisas, para que os eventos possam crescer. Uma cidade “divertida” é uma cidade que terá um maior crescimento económico», disse. A principal atracção turística de Austin é a sua comunidade urbana de morcegos, a maior do mundo, para além do conhecido festival 'South by Southwest'.
Apesar da crise mundial, Austin continua com um crescimento positivo do emprego. A cidade detém ainda a sua própria companhia de produção de electricidade, que gera 3000 MW diários.
Cerca de 12 por cento da energia provém já de fontes renováveis, maioritariamente eólica, e 28 por cento do nuclear. Em construção está uma central solar fotovoltaica e uma central a biomassa. O objectivo é ter 30 por cento de electricidade proveniente de fontes renováveis em 2030, e, em 2012, todos os edifícios novos terão de ser “zero energia”. A cidade instalou ainda um sistema de distribuição de água fria, que aproveita a energia renovável excedente, para os sistemas de ar condicionado.