1000 árvores num dia

No Sábado, em Monsanto na Encosta do Casal de Sola, no Parque do Calhau
Como e Porquê? - ver aqui

Ainda a propósito do interessante Seminário sobre Árvores Monumentais, de Junho último ( e já agora, do S. Martinho de hoje).
Também estes links com textos a ele relativos:
regeneração do carvalho-negral
Apesar do pouco eco que dele foi dado, de notar que contou com a presença e participação de profundos conhecedores do tema, como é o caso de Susana Dominguez, directora do projecto Arboles Vivas, de catalogação das árvores notáveis, em Espanha, de Ted Green, da Woodlandtrust, do Prof. Jorge Paiva da Univ. de Coimbra e do Engº Campos de Andrada da AFN.
A PAISAGEM COMO IDENTIDADE ESTÉTICA DO LUGAR
Tiago Carvalho (Investigador do Projecto)
A SOMBRA DO MOVIMENTO CIVILIZACIONAL: A PAISAGEM COMO FRUTO DA CISÃO ENTRE O HOMEM E A NATUREZA
Ana Nolasco (Investigadora do Projecto)
APRESENTAÇÃO DA ANTOLOGIA: A PAISAGEM COMO PROBLEMA
Adriana Veríssimo Serrão (Coordenadora do Projecto)
ENTRADA LIVRE

Urban parks such as New York City's Central Park provide vital public spaces where city dwellers of all races and classes can mingle safely while enjoying a variety of recreations. By coming together in these relaxed settings, different groups become comfortable with each other, thereby strengthening their communities and the democratic fabric of society. But just the opposite happens when, by design or in ignorance, parks are made inhospitable to certain groups of people.
Most people, specialists or not, typically think of New York City or Boston when considering the early development of parks and open spaces in American cities. Despite the size and importance of the Chicago park system, its history is less well known-even to many of those Chicagoans who regularly enjoy its facilities.City in a Garden, developed in association with the Chicago Park District itself, changes that: its 184 large—format pages, packed with 140 images and a closely integrated text, provide the first official documentary chronicle of Chicago's parks. Thirty-one of the city's finest spaces are profiled, using photographs—both contemporary and historical-along with detailed vignettes and captions to trace their development. The visual treat of the book's fine-art duotones combines with its emphasis on narrative history to create a rich and magnificent exploration of a city's most beautiful sites. ver + em Amazon
WeeklyMiller is the park's official historian and photographer, and her authority shows, revealing some new facets to this most overexposed of urban spaces. Original plans and drawings (many published for the first time) sit alongside modern-day photographs among the more than 200 color illustrations, creating a sense of the history that underlies this man-made urban landscape. Frederick Law Olmsted, one of the park's designers (the other was Calvert Vaux), saw his plan as a balm to soothe the roiling city's ills. Miller finds him remarking that the park "exercises a distinctly harmonizing and refining influence upon the most lawless classes of the city-an influence favorable to courtesy, self-control, and temperance." Bethesda Terrace was Vaux's ideological baby and, according to Miller, was influenced by the work of John Ruskin, Alexander von Humboldt and Thomas Cole. Kenneth T. Jackson, president of the New-York Historical Society, writes in his preface that Central Park is not the oldest public open space in either the world or the United States, nor is it the largest, nor even the most beautiful, yet it has the most contrast to its surroundings, an expression of a city's life and exuberance, and is properly celebrated as such by Miller. 
Um filme de Bernard Shakey, isto é, Neil Young........ último albúm cantado ao volante do seu Lincvolt, um Lincoln eléctrico... e não só.


A Permanência do Instável - um bom mote para acompanhar uma saída por uns dias... e para manter à volta.

Há lugares escondidos na cidade e também há património esquecido. No vale de alcântara não faltam ambos.
in ambiente online
As árvores monumentais, históricas e singulares, são parte importante do nosso património natural. São autênticos testemunhos da nossa história. Estudá-las, classificá-las, protegê-las e dar a conhecer a sua importância ao cidadão comum é fundamental. Em terra de castanheiros seculares, a Empresa Municipal Sabugal+ e a Associação Árvores de Portugal associam-se para organizar o presente seminário.
O projecto de requalificação do núcleo paisagístico da Encosta de Alcântara/Casal Ventoso, integra-se num conjunto de iniciativas desenvolvidas pela CML de consolidação e expansão da Estrutura Ecológica da Cidade, concretizando áreas do Plano Verde.Este projecto tem como objectivos conservar a topografia existente, nomeadamente protegendo o solo da erosão, assegurar a manutenção e promoção das escarpas e dos caminhos pedonais, salvaguardar as espécies vegetais e arbustivas, preservando todo o património geológico e paisagístico de interesse para a cidade. A requalificação deste património, que será valorizado com a introdução de novas espécies autóctones e adaptadas (pinheiros, carvalhos, flora mediterrânea) irá, pelas suas características, privilegiar uma ligação paisagística e visual à encosta de Monsanto e à Mata das Necessidades. Serão igualmente criadas zonas de estadia e contemplação, que contribuem para uma melhoria da qualidade de fruição daquele espaço público por parte das populações residentes e flutuantes que procurem gozar das vantagens do Parque Urbano da Encosta de Alcântara.A realização destes objectivos permitirá preservar a memória deste espaço, que será igualmente requalificado em termos de iluminação, promovendo-se assim a criação uma nova imagem de revitalização do Casal Ventoso que, carregando consigo uma pesada herança, terá doravante uma nova "alma" oferecendo aos lisboetas um espaço público de enorme potencialidade.


Photo: Rooftopgardens.ca



Uma referência principal da fotografia de natureza (1901-1990).

(Como em Nova Iorque o Departamento de Parques aproveita para desejar Bom Natal e ao mesmo tempo tratar do aproveitamento dos pinheiros no "final da festa"... promovendo uma Festa do Mulch ) mais em Cumprimentos Natalícios do Departamento de Parques de Nova Iorque



No lugar onde estava a bela nespereira, arrancada no pico do último Verão a pretexto da "limpeza" necessária à renovação e ampliação do edifício, descarregaram há poucos dias umas boas pazadas de terra....para criar uma míngua fatia por cima de um plástico e dos mosaicos feinhos que lá colocaram, há poucos dias também. Talvez tão superficial que só sirva mesmo para agradar a uma próxima inspecção de rotina.
Terra - precisamos de medidas mais sérias e de mudanças mais profundas!
outras notícias de hoje, menos insonsas:
União dos jardins com projecto de Manuel Salgado
Ribeira das Jardas devolvida aos moradores do Cacém
Parque da Música, no Cartaxo inaugurado sábado
hoje, nos semáforos do Marquês, distribuíam além do jornal gratuito, Pinheiros para plantar. Deram-me 2 x 2 pés..... a vida é sempre a crescer.

HOJE às 18h Auditório 1 (Torre B, 1º Piso)
CICLO DE PALESTRAS
'A ARQUITECTURA E O ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO'
Organização da Comissão Pedagógica do Departamento de Sociologia Faculdade de
Ciências Sociais e Humanas/Universidade Nova de Lisboa
Av. de Berna, 26C
SOCIOLOGIA DA NOVA 30 ANOS
Link - Página eventos na Un. Nova - FCSH
do novo Virtual (íssimo) Earth - foto olho de pássaro de Telheiras
Plano do Parque Floyds Fork publicado terça-feira
Floyds Fork park development plan to be released Tuesday
Park designers to release ideas for development
By Marcus Green magreen@courier-journal.com The Courier-Journal
Along the banks of Floyds Fork in eastern Jefferson County, sports fields gradually give way to open meadows. Hiking trails curve along the water.
Further south, there are rugged vistas overlooking the creek and a string of parks offering playgrounds, picnic areas and a great lawn.
That's how designers see the Floyds Fork parks project developing over the years.
The public will get an opportunity to see that vision this week, reviewing an initial plan for new roads, trails, parks and swaths of rugged woods.
The plan lays out two massive parks, one between Shelbyville Road and Floyds Fork Park and another from Seatonville Road to Bardstown Road.
It also maps four major entry points -- each comparable to the Daniel Boone statue that serves as a distinct gateway to Cherokee Park, said Dan Jones, chairman of 21st Century Parks, the nonprofit group overseeing the project with Metro Parks and the Future Fund land trust.
Project leaders say they'll use feedback from neighbors, outdoor enthusiasts and citizens to finalize -- perhaps by mid-June -- the master plan drafted by the Philadelphia design firm Wallace Roberts & Todd.
Jones said the plan "provides choice and flexibility."
It will be released during an open house from 6 to 9 p.m. Tuesday at Christian Academy, 700 S. English Station Road.
The string of parks, open space and trails would run about 27 miles along Floyds Fork, mostly following the creek.
21st Century Parks, which Jones founded with his father, Humana co-founder David A. Jones, would manage privately owned land, while Metro Parks is to retain control over nearly 700 acres of public parks.
In response to concerns over a previous plan to give 21st Century Parks control over the public land, Metro Parks is helping to draft an ordinance that would keep the city's ownership of existing parks.
The privately owned land would be preserved forever as parkland primarily through deed restrictions, Jones said.
Chad Carlton, a spokesman for Mayor Jerry Abramson, said he expects the Metro Council will receive the measure in the next few weeks.
Abramson said the parks plan emphasizes the natural landscape in the Floyds Fork corridor.
"It's truly an exceptional design that will put Louisville in the top of the tier for parks and park design throughout the country," he said.
Preliminary master plan
The master plan accounts for nearly 3,200 acres -- more than twice the size of Cherokee, Iroquois and Shawnee parks combined.
It doesn't address another 800 acres that would link the northern and southern sections because land there hasn't been acquired, Jones said.
"We're working on it, but we're not there yet," he said.
In recent weeks, 21st Century Parks has started discussing the project with outdoor groups and residents of eastern Jefferson County.
"It's a fantastic plan," said Jim Ball, co-owner of Louisville's The Trail Store and Mountain Bike Depot, who attended last Monday's meeting in Jeffersontown.
For example, Ball said, he likes that family and picnic areas are proposed at park trailheads. "I think that is really good as a way to draw people into using the system," he said.
Nothing's final yet
Parks officials caution that the master plan's recommendations aren't final. They simply outline the anticipated ways a diverse collection of land -- meadows along the creek, rugged hillsides and thick woods -- will be used.
Those include balancing the existing ecosystem with active recreation areas such as trails and sports fields, Jones said.
The master plan calls for increasing the total forest land to 1,980 acres, from the existing 1,514 acres, and for increasing more than 500 acres of grassland through plantings and natural regeneration.
Wallace Roberts & Todd also lays out what it sees as the best uses for specific parcels of land. That includes sports fields on flat land close to Interstate 64, while leaving more rugged land to the south for hiking and camping.
"This operates on two levels -- one as a park for the entire community and one that also serves the needs of those people who live in that neighborhood or live around it," said Jim Walters, a Louisville architect consulting on the project.
Jones says there's a third level: Like state parks, the Floyds Fork project will be designed as a regional destination.
What the planners want
The master plan envisions eight miles of new roads leading to the parks and running through them.
From the north, vehicles would enter through a proposed extension of Blue Heron Lane, which starts at Shelbyville Road and ends at a Metropolitan Sewer District wastewater treatment plant along Floyds Fork.
Jones said planners prefer that route over using Beckley Station Road -- which he said would be a "harder, windier" road -- to enter the parks.
"It's just a much better way of getting people in," he said, adding that landscape improvements to parts of the treatment plant grounds would be planned.
MSD executive director Bud Schardein said MSD is willing to build a pavilion with public restrooms, which would cost less than $10,000, and allow parks officials to extend Blue Heron Lane across its property; 21st Century Parks would pay for the road improvements using federal funds already dedicated to the project.
Other major park entry points would be south of Taylorsville Road at Floyds Fork Park; on Brush Run Road west of Echo Trail; and where the creek passes under Bardstown Road.
What about the traffic?
Patricia L. Miles, who has lived in the Floyds Fork corridor for three decades, said she's opposed to more traffic in the area, including a new park road not far from her home.
"It's quiet and peaceful out there," she said, "and we would not want that changed."
The master plan envisions Echo Trail as a park drive outside the park boundaries.
It would be similar, Jones said, to Alta Vista Road serving as an entry road into Cherokee Park. Improving roads near the park would be the city's responsibility.
Abramson said it's too early to talk about specific roads, but he said, "We're going to make sure they're safe and provide easy access to this wonderful green space."
Morgan Nutt, president of the Jeffersontown Youth Soccer Association, said he's not concerned about traffic. He worries about vandalism.
"I'm a little nervous about all of this because nobody knew about this area and … everybody's going to be made aware of it," he said. "But if everybody takes care of it, it's going to be fine."
Jones and Abramson both acknowledge that there will need to be increased security in the parks, and that those discussions, which include the police, already are under way. And 21st Century promises a privately-funded endowment to cover maintenance.
Construction is expected to begin in 2009, Jones said, with most of the project to be completed between 2013 and 2015.
"This plan is funded, and it's going to get built," he said. "It's real. It's going to happen." 
Vídeo com Dan Jones, CEO da 21st Century Parks Project, que fala destes planos
Decidida a criação do Jardim da Música em Odivelas
Em reunião ordinária do Executivo Municipal realizada na Quarta-feira, foi aprovado, por unanimidade, o projecto de construção do Jardim da Música.
Notícia aqui







Elas aparecem e mais apareceriam
arranjem terra, água e uma mangueira
de Telheiras à Baixa da Banheira,
pretendentes não faltariam.
Uma história recente: Horta nova na Baixa da Banheira no Blog O Banheirense



Foi em Inglaterra que teve maior expressão a criação de cinturas verdes de protecção, delimitando as áreas urbanas e é a tranformação de muitas destas áreas que agora se perspectiva e se debate.
ver: http://www.hipernatura.continente.pt/
Susana Fonseca, vice-presidente da Quercus, disse que o facto de as pessoas se apoiarem muito nos poucos espaços verdes que existem “é a prova de como necessitam deles”. A ambientalista descreveu o jardim ideal como “um espaço diversificado mas com natureza própria do país e adaptada às suas condições climáticas”. Para Susana Fonseca, “um jardim relvado e com palmeiras não é de todo o indicado” e corresponde a um imaginário que construímos desde crianças. Além disso, considerou essencial uma óptima gestão da água nestes espaços, usar adubo orgânico para compostagem, mobiliário feito a partir de materiais reciclados, e que as pessoas tenham contacto com “plantas de diferentes cores, texturas e cheiros”, de forma poderem envolver-se com elas. “A Gulbenkian é um excelente exemplo de um jardim que nos permite afastarmo-nos da cidade, deixar de ouvir os carros, fundirmo-nos com a natureza”, exemplificou a ambientalista. O secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, considerou a iniciativa uma forma de exercício da “responsabilidade social no dia-a-dia” e um exemplo de como deve ser “o novo modelo de governação urbana, sem desresponsabilizar a administração pública”.





De 1 a 4 de Outubro, em Toronto, Canadá - 8ª Conferência anual Walk 21
"Walk21 exists to champion the development of healthy sustainable and efficient communities where people choose to walk.
Through the Walk21 Conference series and the International Charter, Walk21 have a vision to create a world where people choose and are able to walk as a way to travel, to be healthy and to relax."
Temos lá o Mário Alves (especialista nesta área e aqui referido há dias a propósito da sua participação em alguns encontros recentes em Lisboa) para nos trazer mais energia, ideias e exemplos de como tornar os nossos espaços urbanos mais pedonais.




Em Fevereiro foi criado ( em jeito de experiência) um grupo de fotografia no Flickr sobre Jardins de Lisboa.
Para dar maior visibilidade às fotos que aí têm sido reunidas nasceu, há cerca de mês e meio, um novo blog, seguindo muito de perto o modelo de outro já existente, com características semelhantes ( urban nature).
Aqui fica o convite para o visitarem e verificarem a qualidade e riqueza da informação/das imagens que é possível reunir, com a contribuição (e certamente também, o prazer) de voluntários colaboradores: http://jardinsdelisboa.blogspot.com/
cidadanialx - parque-periférico
cidadania lx - os nossos jardins em dia de eleições
cidadania lx - os nossos jardins em dia de eleições - 2
cidadania lx - os nossos jardins em dia de eleições - 3
cidadania lx - os nossos jardins em dia de eleições - 4
cidadanialx - salvaguarda da encosta da Penha-de-França
cidadanialx - vamos obrigar cml tratar dos jardins
O carmo e a trindade - jardim-museu-agrícola-tropical
ARALumiar sos-quinta-das-conchas


Onde é?
Um dos últimos paraísos perdidos, às portas da capital. Verde em perda acentuada.
Etiquetas: Foto aérea
Onde é?
Era para ter outro uso, já há muito tempo. Entretanto, do vazio se fizeram hortas.
Etiquetas: Foto aérea, Hortas
Etiquetas: Foto aérea, Planeam.
Privados ma n'on troppo
O Google Earth ajuda-nos a observar cada vez mais e melhor.
Para quem tem a observação do espaço como instrumento privilegiado de trabalho, é o que se pode considerar uma dádiva dos céus!
Entre muitas outras coisas, permite-nos ter uma melhor percepção dos jardins e outros ditos espaços verdes, com que se fazem as cidades.
Etiquetas: Foto aérea, Planeam.

Hoje, destaque para um site que aloja pequenos videos de promoção de cidades (comércio, festivais, parques e jardins... ), donde se seleccionaram os seguintes 4:
1) Parque botânico (Papago Park), em Phoenix. (1,54 m.)
2) Visita guiada, em formato jogging, ao Central Park, N.Y. (2,53 m.)
3) Visita guiada, em formato musical, ao Golden G. Park, S. Franc. (3,37 m.)‘A nova área central da Portela, afirma-se como deslocação da continuidade natural de Lisboa para o extremo do planalto(...). O extenso vazio central configura um novo espaço público que articula os desejos de continuidade dos corredores ecológicos há muito planeados, na configuração de um intenso vazio, que se afirma em contraste com um intenso edificado que se dilui progressivamente até ao novo limite do planalto da Cidade, em domínio dos amplos vales agrícolas dos rios Trancão e Tejo.’
A possibilidade/previsibilidade da saída do aeroporto da Portela nos próximos 12 anos exige definição de objectivos para o destino a dar a esse "enorme bocado de cidade".
Não deixa de ser também um motivo de entusiasmo para quem sonha com uma cidade com melhor ambiente urbano o que, entre outras coisas, significa melhor ar, melhor mobilidade, melhor urbanismo e natureza (plantas, animais, água, terra...) melhor integrada no seu interior.
Melhorar o ambiente urbano é um dos factores que tem sido decisivo para todas as cidades que têm contado/querem contar com a instalação de actividades de alta qualificação para se desenvolverem.
Seria bom que uma das premissas do desenho urbano e da filosofia da intervenção para a Portela pós novo aeroporto fosse a valorização e o reforço da estrutura verde, nomeadamente com a criação de percursos facilitando as deslocações a pé e de bicicleta, no interior do espaço (plano) e ligando o melhor possível grandes espaços verdes pré-existentes ( 1 - Viveiros Olivais/Vale do Silêncio; 2 - Áreas verdes de protecção da 2ª Circular/acessos a Bairro dos Olivais e Parque da Bela Vista; 3 - Mata de Alvalade; 4 - LNEC/Hospital Júlio de Matos; 5 - Quinta das Conchas; 6 - Parque Oeste; 7 - Parque Periférico/Coroa Periférica Urbana/ QQ. Coisa Verde Periférica).
O primeiro Plano Director de Lisboa, também conhecido por Plano De Groer (o seu autor/coordenador), sugeria que as zonas de protecção do aeroporto podiam servir como terrenos de jogos e de desportos. De pasto serviram certamente, por muitos bons anos.
Terrenos junto ao aeroporto da Portela, fotografados por Arnaldo Madureira e Artur Goulart, 1960, Arquivo Municipal de Lx
O Plano Director dos anos 60/70 considerava que se devia prever a desafectação dos terrenos em que se implantava o aeroporto, como possível e desejável.
O que é indiscutível é que esse cenário (que estranhamente, pouco interesse e debate provocou até agora) representa a possibilidade de dar um salto gigante na qualidade de vida de Lisboa (e não só) e de "coser" uma parte da cidade dividida por uma enorme infraestrutura.
Nota lateral: voo mais baixo, mas mesmo assim alto, seria conseguir acabar entretanto com dois dos maiores bairros de barracas ainda existentes (Qª da Serra e Bº da Torre - a vermelho), que marcam presença à saída da cidade.
Projecto para a reconstrução do "Ground Zero" - Nova Yorque
Na reconstrução do espaço anteriormente ocupado pelo World Trade Center (baptizado de Ground Zero), protagonismo de árvores e jardins.Para além duma nova torre (torre da liberdade) o projecto prevê a construção dum "memorial" que, entre outras coisas, inclui dois grandes tanques no local das antigas torres gémeas. Um projecto que teve um processo de crescimento algo atribulado, com a versão inicial de Libeskind, aprovada em 2003, a ser bastante alterada, principalmente por causa de "preocupações de segurança, aspectos financeiros e opiniões dos familiares das vítimas" .
Master Plan de Daniel Libeskind para o Ground Zero
Michel Arad, o autor do projecto vencedor do concurso para a "Praça da Memória" (em baixo à esqª) que também provocou alguma polémica, contou com a colaboração de Peter Walker, um dos mais famosos paisagistas mundiais, para fazer a versão final que propõe a arborização da envolvente dos tanques.
Mais uma prova do cada vez maior reconhecimento da vegetação (nomeadamente as árvores) como elemento importante para criar bons espaços públicos (e resolver polémicas).
Não se fará o "Paraíso no Céu" mas pelo menos não se deixará de fazer um "Paraíso na Terra"... visto assim, até parece bem.
No site do projecto rebirth muita informação e acompanhamento da construção ao minuto (e mais informação aqui também )(imagens tiradas do site do projecto rebirth e do wtc site memorial)
Há 2 anos, os vizinhos (do lado esqº) da vizinha árvore, ainda aproveitavam uma outra parte do logradouro para a sardinhada... rodeados de nêsperas
Agora, que a casa a que pertence irá para obras, temo que lhe reservem o destino das vizinhas laranjeiras (do lado dtº), arrancadas para dar lugar a um estacionamento!Depois de ter lançado o desafio para a participação no Festival de Árvores, não podia/quis deixar de participar também e falar na árvore que me está mais próxima. Não só pela importância que lhe dou mas mais ainda porque a má gestão dos logradouros tem continuado por toda a cidade e as consequências, apesar de pouco perceptíveis, são muito negativas. E mais um exemplo de oportunidades perdidas. (Próximo Festival a partir de 1 de Junho, em Arboreality)
Etiquetas: Foto J, Gestão ev's, Lx, Planeam.
1º Festival de Jardins de Ponte de Lima, 2005
Abertura do 3º Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima, na próxima sexta-feira, dia 25 de Maio, pelas 12,00 horas
Em Mirandela, Semana do Jardim e da Biodiversidade (21 a 25 de Maio)E aí vão mais 7:
Em Singapura....o de 2006 já foi. Foi o 1º, para o ano há mais. Quer ser o Top dos Tropicos e está "metido" com mudanças grandes na cidade, entre elas 3 novos parques junto à baía. Mais informação Wiki
Etiquetas: Animação




A criação de parques e de jardins nas cidades foi durante muito tempo defendida como um meio de regenerar a qualidade do ar, muito poluído, primeiro principalmente pela indústria e mais tarde pela intensa circulação automóvel. É pelo relevo dado a essa função que esses espaços se designam muitas vezes por "pulmões" da cidade.
Hoje, com o aquecimento global na ordem do dia, a contribuição da vegetação para o micro(?)clima urbano, nomeadamente pela diminuição de temperatura e pelo aumento da humidade do ar que provoca, é um motivo cada vez mais forte para se construirem mais espaços verdes nas cidades.
Um estudo recente realizado na Universidade de Manchester (também citado aqui e aqui) estimou que com mais 10% de espaços verdes nos centros urbanos (ou em Manchester, que foi a cidade estudada) a sua temperatura média descerá 4 graus, o mesmo valor que algumas previsões indicam para o aumento da temperatura global, nos próximos 75 anos:
"Esta redução tem implicações importantes na saúde e no conforto humano em áreas urbanas e devem ser criadas oportunidades para aumentar a cobertura por espaços verdes quando são feitas mudanças estruturais nas áreas urbanas, assim como plantar mais árvores nas ruas e construir terraços com vegetação"
Etiquetas: Benef. ev., Foto aérea
1 - Art in the Park: Programa de conservação de monumentos
2 - Médicos Voluntários em Central Park
Sobre a unidade médica específica do Central Park que funciona suportada apenas por trabalho voluntário ! Site: cpmu
3 - Pássaros urbanos - (a) visita de estudo e (b) pássaro carro
(a) - Pássaros que espantam estudantes, vindo comer à mão e (b) - que imitam sons urbanos.
No site de uma organização que promove a natureza urbana de NY e que tem, além destes, outros pequenos vídeos
"Promoting Environmental Solutions In New York City Nurture New York’s Nature (NNYN) is a not-for-profit foundation dedicated to creating public awareness of the importance of developing and promoting environmental solutions in New York City. NNYN creates awareness by publishing books and other educational materials, creating websites, sponsoring lectures and conferences, conducting publicity campaigns, conducting research, and forming strategic alliances with other organizations to accomplish its mission.
4 - "Travelling" sobre o Central Park- 1 e 2
5 - NY Park Rangers em Belfast
Apesar da dificuldade em entender a pronúncia irlandesa em alguns depoimentos, algumas conclusões importantes relativamente aos requisitos necessários para criar bons espaços verdes públicos: segurança, “teoria” da acção rápida em relação ao grafittis indesejáveis (e a outro estragos), ter a comunidade envolvida e colaborando com os serviços municipais...
6 - Greening the Ghetto - Majora Carter
Fundadora da "Sustainable South Bronx", organização dedicada ao desenvolvimento holistico da comunidade no bairro onde nasceu, patrocinando projectos criadores de empregos, ligados à protecção do ambiente e à criação de novos espaços verdes no centro da cidade. Uma comunicação "impressionante" nos "Ted Talks" de 2005. artigo de Majora Carter
Extra: Simon and Garfunkel - Central Park, 1981. America
America, com agradecimentos prévios a alguns dos “trabalhadores da cidade”, num ano importante para a recuperação do parque (ver resumo da história). Para mim, a canção preferida do famoso duo e que me lembra sempre as vezes que me acordou, nos dias de um memorável “campo de jovens”, em 79, nas montanhas próximas de Turim.
SURPRISE: último disco de Paul Simon. No seu site, podem ouvir-se quatro faixas completas e amostras das outras sete http://www.paulsimon.com/
Notícia no Guardian e vídeo com depoimento do autor da proposta, Ma Yansong, um dos mais importantes jovens arquitectos chinês, que quer tornar a praça num parque "criando um ambiente mais limpo e calmo". Criada depois de Mao tomar o poder, em 1949, copiando a Praça Vermelha de Moscovo "foi desenhada para paradas militares e para os grandes ajuntamentos públicos". Para grande parte dos habitantes de Pequim a praça é árida, feia e pouco agradável.
“COMO SERIA A LISBOA IDEAL?”
"Alkantara e ZDB convidaram os habitantes de Lisboa, de todas as idades e profissões, a repensar o âmbito em que trabalhamos e vivemos. Como seria a Lisboa ideal? O que há de bom na nossa cidade? O que deveria mudar? Há coisas concretas que todos nós podemos fazer? Será que o nosso comportamento deve mudar? Ou a organização do tecido urbano? Precisamos de mais parques e jardins, transportes públicos, bibliotecas, escolas, teatros, campos de futebol, museus...? Ou precisamos sobretudo de menos? Menos carros, menos poluição, menos obras...?
(...) Lisboa Ideal visa juntar ideias para o futuro"
Ontem apresentaram-se ideias, caminhos, perigos...
Etiquetas: Amb. Urb., EV's, Foto aérea
A Associação Portuguesa de Engenharia Natural (APEN) organizou esta manhã uma visita a obras de Engenharia Natural no Parque Florestal de Monsanto (Lisboa).
Oportunidade para conhecer intervenções feitas já há cerca de 15 anos (no Parque Ecológico e noutros locais do P.F. de Monsanto) e também a aplicação experimental de várias técnicas (regularização de ribeiras, estabilização de taludes e construção de faixas de vegetação) por parte de alguns membros da associação e de outros voluntários, no âmbito de workshops realizados no ano passado.
Estes métodos de construção têm sido muito desenvolvidos nos países do centro da Europa (principalmente Áustria, Alemanha e Itália). Há 16 anos, em Copenhaga, visitei vários espaços verdes onde eram aplicados e havia vontade para que o fossem cada vez mais.
Em Portugal, apesar de não ser uma novidade, a utilização destas técnicas é ainda muito incipiente.
A APEN vai realizar a primeira Assembleia Geral este Sábado. Que tenha um crescimento rápido e profícuo!
Ligações: APEN, Blogue Engenharia verde, Artigo de Vasco Rocha na Naturlink
Etiquetas: EV's, Gestão ev's
Atenção especial a duas das quinze "intervenções na cidade" que fazem parte da programação da Trienal de Arquitectura de Lisboa
A Cidade como teatro de espectáculos; o vazio como palco de operações - Maria João Fonseca
A acção do cidadão enquanto interveniente activo na construção de vivências e espaços é urgente e cada vez mais necessária.
A capacidade do poder local em manter toda a cidade operacional e funcional é diminuta, estando o desenvolvimento em meio urbano cada vez mais nas mãos de investidores privados e de iniciativas individuais.
Cada cidadão tem o direito de intervir na construção dos espaços da sua cidade, porque a cidade é de todos e é para todos. (...)
Justificação da escolha pela organização: Pelo modo como aborda a cidade a partir de uma acção simples e acessível a todos: a plantação de árvores em espaços degradados (como por exemplo o Miradouro da Travessa das Terras do Monte). Através desta acção, a proposta assume um manifesto pela participação colectiva na construção da cidade a partir de pequenos mas simbólicos gestos. A proposta teve ainda o mérito de não se ficar pela teoria
ECO-KIT Praça da Alegria/Lisboa – Moov
(...) ECO-kit propõe a introdução de um dispositivo adaptável e móvel que se pode implementar e deslocar conforme as necessidades da cartografia variável dos vazios urbanos. Esse dispositivo é materializado numa série de elementos estruturais sobre os quais são montados diversos módulos produtivos que permitem a captação de energia solar, eólica, de água ou o suporte a diversas espécies vegetais. Em complemento às suas funções produtivas cada conjunto de elementos pode ainda albergar programas complementares como espaços de lazer, áreas wireless e zonas pedagógicas que contribuem para uma intensificação social dos lugares onde são inseridos.
Justificação da escolha pela organização: Proposta de estrutura “eco-kit” que reclama atenção para as questões da sustentabilidade e das energias renováveis. Estrutura teoricamente adaptável a qualquer vazio urbano, teoricamente transportável, constituída por diversos módulos, mais do que a eficiência terá por mérito reclamar a visibilidade de uma questão inadiável.
A iniciativa de instalar relva no Largo de Camões, na semana da nossa Primavera, para além de permitir a muita gente disfrutar melhor desta praça do coração da capital, comprova a importância de alguns aspectos fundamentais que caracterizam os bons espaços públicos (que estão, obviamente, interligados):
lugares para estar (em pé, sentado, deitado ...) / sol e sombras / conforto / socialização / actividades
a forma como está feita a exposição dos painéis com fotografias de Maria da Conceição Neupharth (dos murais revolucionários do pós 25 de Abril), que são transportados pelo Largo, ao encontro de quem pára, mais do que diferente, é uma bela maneira de tocar nas pessoas.É caso para dizer: Todos ao Camões!
(Contra o Pavimento/Ofensiva Natural) ----------- just joking!!!
Fotos de hoje, às 14 e 30
Muitas palmas para quem ajudou a realizar esta iniciativa, no CEM, na CML,....
Para fazer pensar mais na qualidade e no tipo de espaços públicos que temos, que querem(os), que fazem(os)...
Mais referências ao acontecimento: CEM (pdf); Notícia JN; mildio; janela - vejo; ultraperiferico; cronicas da lavandaria; o verdete; mulher bala; mmux; acrfenitaleiria; maosverdes; benny bunny; invisiblered;
Histórias parecidas já aqui vistas: Park(ing)- S. Francisco e "The subversive architects - Londres"
Etiquetas: Amb. Urb., Benef. ev., Foto J, Revital.
Demo de povo e de demonstração, não de demónio.
Baseado em programas como o «Google Earth» e «SimCity»
Etiquetas: Gestão ev's, Lx, Particip.
Etiquetas: Foto J
11.04 - Última das conferências organizadas no âmbito da exposição “Viver as Cidades – Programa Polis” (ainda no Parque das Nações até dia 18)
Ainda sob o mote da natureza em movimento, mas neste caso através da acção de um grupo de cidadãos de S. Francisco (Rebar), um trailer sobre a "instalação" (em 16 de Novembro de 2005) de um pequeno espaço verde num lugar de estacionamento, brincando com o duplo significado de "parking"
1 - Park(ing) 1 (1.52 min.) disponível desde 23 de Novembro de 2006
2 - Park(ing) 2 (4 min) disponível no site dos "fundadores" da ideia
a ideia foi adoptada no ano seguinte por muitos outros grupos que, no dia internacional sem carros e utilizando apenas meios de transporte movidos a "energia humana", instalaram vários espaços semelhantes
Este vídeo está disponível, ao lado de muitos outros, nesta página da NYC Streets Renaissance, uma organização que promove, com diversas acções, o melhor aproveitamento da rua como espaço público por excelência, defendendo que "se continuarmos a planear as nossas ruas para os carros e para o tráfico, teremos mais carros e mais tráfico, pelo contrário, se começarmos a planear as nossas cidades para as pessoas e para os lugares, teremos mais pessoas e mais lugares" . Parece óbvio...
3 - Park(ing) 3 (6.51 min.) disponível na Street Films Video Gallery
As hortas urbanas continuam (e, certamente, continuarão) a ser assunto de notícia, de debate e também de projectos.
Estes documentos mostram algumas experiências sobre o assunto, sempre interessantes de conhecer, até porque em todo o lado, as vantagens e os problemas têm muito em comum.
Percebe-se que é necessário alguma organização ..... e que a articulação com a administração local funcione positivamente. É um facto que há municípios que já reconheceram as vantagens e são eles próprios a estimularem estes projectos, como é o caso de Paris e de Vancouver.
Em "Oaklands" acompanhamos a descrição de um "jardim comunitário" por uma das suas dinamizadoras. Mais informação em: oaklandsol.org
4 - Oakland's Sol (5,21 min.) disponível desde 30 de Agosto de 2006
"Brooks Park Art" é uma descrição de um parque comunitário em São Francisco por Peter Vaernet, um dos seus principais mentores. Educação ambiental, ecologia urbana, artes plásticas, desportos, são algumas das múltiplas actividades que o parque suporta. Lugar de socialização, contribuindo para o reforço do sentido de comunidade do bairro, é mais um exemplo de um modelo de espaços verdes com muitas virtualidades e custos de manutenção reduzidos.
5 - Brooks Park Art (8.31 min.) disponível desde 18 de Janeiro de 2007
Em "Friends of Brook Green Team Mentoring Program" é apresentado um "jardim comunitário" por um dos jovens que nele participa, através de um projecto centrado na função pedagógica e social que estas hortas urbanas podem desempenhar.
6 - Friends of Brook Green Team Mentoring Program (6.56 min.) disponível desde 24 de Agosto de 2006
Blog sobre o assunto:lifeisland
7 - Hortas em Londres e Jogos Olímpicos (8.20 min.) disponível desde 20 de Dezembro de 2006
Mais informações sobre os jardins comunitários em Vancouver: Jardins de bairro (onde está também o “MOBY”, documentado num dos vídeos aqui postos em 12 de Março e sobre o qual há mais informação neste link)
Ainda um blog sobre os Jardins partagés de Paris ( jardins partagés ) e um site com muita informação sobre este assunto (jardinons.com) .
Extra - Ralph Towner - Jamaica Stopover e Veldt (estepe)
Um criativo jardineiro de sons, guitarrista de referência, que conheci através do nosso, de "igual calibre", José Peixoto
A namorarem(-me) à janela e a verem o movimento
Não faltam exemplos da capacidade de mobilidade da vegetação, que se instala, clandestinamente, mesmo em ambientes aparentemente pouco acolhedores, como esta rua movimentada do centro da cidade - é o conceito de jardim em movimento, de Gilles Clément, levado aqui ao extremo, na janela do lojista.
... e no meio do movimento.
Av. Almirante Reis, 30.03.07
Av. Almirante Reis, 1907 (Joshua Benoliel) e Av. Almirante Reis, 03.04.2007 (J. Daniel)
Há 100 anos, passeios laterais mais estreitos, separador central mais largo... outro movimento.
"A concepção de uma rua é o desejo de concretizar ideias e imagens que o sítio e o programa inspiram ao urbanista. Para além dos aspectos estritamente técnicos é preciso o gesto que dá alma à rua."
Normas urbanísticas, vol. II, Sidónio Pardal
esta é uma das Avenidas carentes de gestos assim.
Biblioteca Nacional, 26.03.07
Etiquetas: Foto J
Há já uns bons (20) anos, vi (e revi) uma série de documentários na televisão, que o meu pai religiosamente gravou - “A Planet for the Taking” /“Um planeta para amar”, (premiada pelo Progr. de Ambiente das Nações Unidas), sobre a relação do Homem com a Natureza, de David Suzuki, um biólogo e excelente divulgador de ciência canadiano.
Uma das ideias que ele bem explicou e exemplificou foi a tendência para gostarmos, na Natureza, daquilo que tem traços humanos ou que foi humanizado, e a que se associa, ainda que inconscientemente, uma afirmação de superioridade do Homem. Demonstrava sinais desse antropocentrismo com vários exemplos, entre os quais algumas formas de relacionamento com os animais domésticos e alguns números de circo, em que se tenta que animais imitem certas acções humanas, tirando partido cómico da sua natural menor aptidão. Não pude deixar de me lembrar dessa visão quando encontrei as “10 árvores mais magnificas do mundo” (a que cheguei através do dias-com-árvores e da Quinta-do-Sargaçal )
Para além das fotografias aqui colocadas, os exemplos da casa de banho e da estrada no interior do tronco também falam por si.
Muito diferente do “Pinus pinaster Aiton, regionalmente conhecido por Pinheiro rastejante do litoral” e do arvoredo da mesma espécie, recentemente classificados na Mata Nacional de Pedrógão . Apesar de termos de reconhecer que, actualmente, sinais da mão do Homem estão presentes em quase tudo, nem que seja indirectamente, estas árvores serão menos impressionantes (ou não) que as “10 Magníficas”, mas também menos resultantes da intervenção humana. Esperemos que essa não venha agora estragar o que a Natureza criou.
No caso do nosso Cupressus do Príncipe Real, em Lisboa, (com várias fotografias no post de 21.03 ), que se destacaria pela positiva no meio das "10 Magníficas", a influência do Homem, apesar de também interferir na forma da árvore, aparece sobretudo para a ajudar, para a suportar, e com isso acabou por criar um abrigo único.
Sem dúvida, magnífico.
Magnífico também
Acabo de verificar no site da DGRF, que está disponível desde hoje, há pouco mais de 2 horas, a:
(quelique!) Lista de Árvores Classificadas de Interesse Público, consultável por Distrito
+ um sinal +
Etiquetas: Gestão ev's, Árvores Classif.
Justificava-se particular expectativa, não só por se tratar da maior autarquia do país mas também por ser aquela onde há mais exemplares (isolados) classificados. O mapa disponibilizado , pode ser impresso em 4 páginas e localiza 42 árvores classificadas de Interesse Público. Mostram-se também fotografias de algumas das árvores do “primeiro percurso virtual” publicado, entre o Jardim Alfredo Keil e a Pç. de S. Bento, que corresponde ao percurso pedestre guiado a realizar em 14 de Abril e que permitirá observar 11 árvores classificadas. Outros 9 serão publicados e realizados, com uma cadência mensal, até aos primeiros meses de 2008.
Das 42 árvores identificadas no mapa agora disponibilizado concluí, após uma rápida análise, que só 2 estão em propriedade particular (a Araucária e a Bela-Sombra da Qª da Conceição). Das outras 40, duas estão em edifícios ligados ao Ministério da Saúde (Hospital Pulido Valente) e outras duas ao Ministério da Agricultura (Laboratório Nacional de Investigação Veterinária). As restantes 36 estão sob responsabilidade directa da autarquia, duas em dois dos viveiros camarários e as outras 34, na sua grande maioria, em jardins públicos.
Localizar e disponibilizar informação sobre este património é, obviamente, uma tarefa a realizar e a aperfeiçoar, por isso estas acções agora programadas são um sinal positivo.
Creio que, pelo menos em relação aos últimos 30 anos, actualmente há maior consciência da necessidade de valorizar as árvores “especiais” e as administrações locais começam a dar mais atenção a este tema. E só identificando-as melhor se torna possível (re)conhecer e divulgar o seu valor e tomar as medidas necessárias para as conservar em bom estado.
Chorisia speciosa no Jardim Braancamp Freire, Jorge N., 25.03.07
Sobre este assunto, muito há a dizer e a fazer e é óbvia a necessidade de maior investimento, o que não implica forçosamente grandes despesas: (e...repetindo-me) com a tal colaboração coordenada entre administração central, local, escolas, associações, empresas, particulares..., poder-se-á conseguir mais facilmente a actualização do inventário e das classificações e a promoção de publicações e de outros materiais de divulgação.
A este e a outros assuntos, quero voltar, mais perto do início do Verão. Até lá vou mergulhar, nestas águas e noutras próximas. Não é hibernação, que o Inverno acabou, nem ir a banhos, que o Verão ainda não chegou. É mesmo para uma Primavera frutuosa, a jardinar sem parar.
Chorisia speciosa no Jardim Braancamp Freire, Jorge N., 25.03.07
Tinha acabado de escrever este texto quando recebi mais uma semente, em forma de mail, vinda de um verdadeiro arboreto , cheio de ideias e de outras possíveis sementes. Vou fazer tudo o que puder para ajudá-la a crescer.
Etiquetas: Animação, Lx, Árvores Classif.
Nos EUA, onde começou a ser comemorado, o dia da árvore deu até origem a uma Fundação. Vale a pena a consulta do seu site. Para além de ficarmos a conhecer múltiplas formas de auto-financiamento, disponibiliza-se muita informação... é um bom exemplo de site dinâmico, fácil de consultar, coerente com o lema inscrito: “we inspire people to plant, nurture and celebrate trees” - The National Arbor Day Foundation
Esta Fundação lançou recentemente uma votação para escolher a árvore nacional dos EUA, que foi ganha pelo Carvalho (oak), com mais de 100.000 dos 444.628 votos
Há 100 anos comemorou-se pela primeira vez o dia da Árvore em Portugal.
No artigo do Engenheiro José Neiva Vieira, na naturlink, a que cheguei através desta página no dias-com-árvores, encontra-se muita informação sobre as origens das comemorações do dia da Árvore.
Aí ficamos a saber que há 100 anos, “em 26 de Maio de 1907 no Seixal realizou-se a 1.ª Festa da Árvore, promovida pela Liga Nacional de Instrução. Nesse mesmo ano, a 19 de Dezembro, realiza-se em Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal, outra Festa da Árvore."
Não foi para comemorar este centenário, mas não deixa de ser motivo de regozijo o facto de, desde o início de 2007, o anúncio de novas árvores classificadas de interesse público ter passado a ser feito no site da DGRF, onde podem ser consultados os respectivos avisos.
Para além da facilidade de acesso a essa informação, passamos a contar também com a localização em excerto da carta militar 1:25.000, a cores (com qualidade muito superior às cópias, que nem sempre eram incluídas, nos avisos publicados no Diário da República) Avisos de classificação de árvores de interesse público
Cedro do Bussaco, Cupressus lusitanica
Placa de informação de Árvore de Interesse Público
Nos últimos anos têm sido desenvolvidos, em vários países da Europa, diversos trabalhos de inventariação de árvores merecedoras de protecção especial. Em alguns casos são lançados e dirigidos pela administração central, que apesar disso conta com a colaboração das autoridades locais, de associações científicas, ambientalistas ou outras e de particulares. O caso Belga é um exemplo (L'Inventaire des Arbres), sendo a responsabilidade do trabalho do mesmo organismo encarregue da protecçao do Património Arquitectónico (o nosso IPPAR).
Noutros casos, são organizações não governamentais que assumem um papel determinante. Como em Inglaterra com o Projecto Ancient Tree Hunt
Em França, em 1996, foi relançado um inventário que identificou mais de 2000 árvores. No site do ONF (a nossa DGRF) é possível consultar uma listagem e informações sobre algumas dessas árvores.
Mas o assunto também mexe no resto do país ou, talvez melhor, o resto do país também mexe no assunto - a nível local também se realizam inventários. Em Lille, o município promoveu em 2002 um concurso aberto a toda a população para que fossem determinadas as árvores merecedoras de protecção especial - 10.000 fichas distribuídas, 69 árvores propostas, das quais 23 foram classificadas (Relatório em PDF).
Etiquetas: Gestão ev's, Lx, Árvores, Árvores Classif.
Obviamente que a receita não se aplica a toda a cidade, mas em certas áreas tem ganhos evidentes (raramente avaliados):
Jardim Braancamp Freire - Campo dos Mártires da Pátria - Campo Santana
Quando os carros libertam espaço, mesmo que seja aos poucos (por exº, primeiro extingue-se uma via de circulação automóvel, mais tarde diminui-se a largura de outra, muda-se o pavimento, impõem-se limites de velocidade de circulação) e quando se criam condições para que o espaço público resultante seja melhor usufruído pela população, dão-se bons passos para revitalizar (segundo o dicionário: tornar a insuflar vida, fazer revigorar) a cidade. A história do Jardim Braancamp Freire é/pode ser um bom exemplo.
- clicar no título para iniciar visionamento -
1- MOBY - My Own Back Yard (22,21 min) disponível desde 10 de Outubro de 2006
Horta junto à embaixada dos EUA, já desaparecida, 1993, Jorge N.
A criação de jardins por grupos de moradores de bairros em cidades de grande dimensão tem vindo a difundir-se nos últimos anos, nomeadamente nos EUA, no Canadá e em França. Tem vantagens comprovadas: beneficiação de espaços públicos com custos reduzidos, fortalecimento do sentimento de comunidade...
A Community Gardening Association, é uma associação bi-nacional (EUA e Canadá) que apoia a constituição deste tipo de iniciativas.
Em Lisboa, desejam-se mais apoios para mobilizar (e impedir a desmobilização de) comunidades que, mesmo sem terem tradição nestas iniciativas (como nenhuma tinha antes de começar!!!), já deram provas da vontade e da capacidade de as desenvolver. Em Telheiras, a “história” recente está bem documentada e analisada em livro há poucos dias editado: um quadradinho de verde na aldeia de Telheiras - caso e metáfora, Ana Contumélias.
Nas recentes (mas não novas) palavras de Gonçalo Ribeiro Telles no Café Nicola, no âmbito do ciclo de conferências intitulado «Os problemas de Lisboa»: "Lisboa precisa de «agricultura», de ligar a cidade ao campo e de pensar a construção sem esquecer as águas do subsolo e a ligação ao Tejo. De vestir a cidade de espaços verdes para que ela possa respirar, e aprender que uma horta no quintal não é «saloio». De procurar os exemplos de outras cidades europeias que apostam, cada vez mais, em agricultura dentro das urbes".
2 - Tree People (2.17 min) disponível desde 18 de Junho de 2006
Agora que se aproximam as comemorações do dia da árvore e num ano que se pretende que seja de muitas novas árvores, um vídeo com uma apresentação do trabalho da “Treepeople”, grupo norte americano que se dedica a apoiar a plantação de árvores, colaborando com escolas e outras organizações. Como referiu a queniana Wangari Maathai, Nobel da Paz de 2004, que promoveu o plantio de vários milhões, no Quenia: “ao plantarmos árvores estamos também a plantar a esperança”.
3 - Processionárias em Monsanto (2,52 min) disponível desde 4 de Janeiro de 2007
Imagem em www.tartaportal.it
Neste vídeo amador gravado no Parque de Monsanto, vemos várias dezenas de lagartas (creio que perto de 100) deslocando-se em fila indiana numa autêntica procissão. A Processionária (Thaumetopoea pityocampa), é uma das pragas que atinge as nossas árvores. "Entre fins de Fevereiro e Maio, as lagartas, normalmente lideradas por uma fêmea, descem das copas das árvores hospedeiras até ao solo, em procissão (daí o nome comum de processionária) em busca de locais para enterramento. Nesta altura, a processionária tem o corpo dividido em pequenos segmentos, cada um dos quais com milhares de pêlos urticantes de coloração alaranjada que se vão libertando à medida que a larva se move. São estes pêlos que, quando em contacto com a pele, mucosas e olhos provocam a reacção alérgica tão indesejada. Terminada a procissão, as lagartas dão início à fase subterrânea do seu desenvolvimento, enterrando-se a alguns centímetros de profundidade do solo. Em climas frios, procuram as zonas banhadas de sol enquanto que em climas quentes preferem as zonas sombrias. Aqui evoluem para o estádio de pupa ou crisálida que, desde finais de Junho até Agosto sofrem uma metamorfose originando as borboletas (insecto adulto) que acasalam entre si" (fonte: naturlink).
Extra: Secret Garden (4,27 min.) disponível desde 21 de Abril de 2006
Bruce Springsteen na canção principal da banda sonora do filme "Jerry Maguire", de 1996, realizado por Cameron Crowe.
"...She'll lead you down a path/There'll be tenderness in the air/She'll let you come just far enough/So you know she's really there/She'll look at you and smile/And her eyes will say/She's got a secret garden/Where everything you want/Where everything you need/Will always stay/A million miles away."
"Há no homem, como todos sabemos, o ilimitado da sua procura e o limite de tudo o que encontra. Nenhum sentimento perdura para além da sua realização. Nenhuma verdade se aguenta, se não desistirmos de a questionar. Nenhuma crença se nos inflama, se a não reanimarmos. Enquanto se realiza ou vive seja o que for, isso integra-se no homem e assim lhe não tem peso como o não tem o corpo que é seu. O homem é o ilimitado do seu caminhar. E tudo aquilo em que se vai realizando é só expediente para ir havendo caminho "
Vergílio Ferreira, Pensar
Etiquetas: Videos
Etiquetas: Arq. Pais.
O conceito de "jardim em movimento", uma das ideias mais interessantes deste "Jardineiro" (ele assim se define), deveria (deverá?) mudar a forma de nos relacionarmos com o mundo natural, desde logo na forma como se projectam e mantêm os jardins. Propõe uma atitude menos impositiva da mão humana relativamente à Natureza, aproveitando-se mais/contrariando-se menos as tendências de evolução, nomeadamente da vegetação. No fundo, a ideia simples (aparentemente) de trabalhar mais com e menos contra as forças naturais.Etiquetas: Arq. Pais., EV's, Foto aérea, Gestão ev's, Projectos
Neste Carnaval viaja-se até ao Rio de Janeiro, nas páginas dos serviços municipais responsáveis pela gestão dos espaços verdes da capital carioca – Fundação Parques e Jardins. Não se ouve samba nem se vêm desfiles mas, para além de informações sobre os parques existentes e alguns dos projectos em curso, encontram-se dados respeitantes à cronologia do Campo Santana, o maior e mais antigo jardim da área central da cidade, que comparados com informações relativas ao nosso homónimo, hoje designado por Jardim Braancamp Freire ou Campo dos Mártires da Pátria, revelam semelhanças e diferenças curiosas - um pouco como comparar o Carnaval em Lisboa e no Rio.
Estátuas no(s) Campo(s) Santana:
Dr. Sousa Martins - Lisboa (Foto de JN) e A Justiça - Rio de Janeiro (Foto do site da Fundação)
Campo Santana do Rio de Janeiro (RJ) e
Campo Santana de Lisboa (Lx)
(RJ) Maior área verde do centro da cidade
Lx) É o maior espaço verde de acesso público livre, da área histórica mais central
(RJ) Tem 15,52 ha
(Lx) Tem 2,2 ha
(RJ) Construído entre 1873 a 1880
(Lx) O topo norte começou a ser transformado em jardim em meados do século XIX e o restante espaço no último quartel do séc. XIX. Posteriormente o jardim sofreu várias alterações.
(RJ) Por sua importância histórica, foi tombado (classificado) em 1968, pelo Instituto Estadual de Patrimônio Cultural
(Lx) Em 1968 são classificadas como de interesse público, todas as árvores existentes, apesar de algumas já o terem sido em 1947. Toda a praça é classificada como Imóvel de Interesse Público em 1996.
(RJ) Tem patos, gansos e pavões. Um gatil.
(Lx) Tem patos, gansos e pavões. Galinholas, muitos pombos.
(RJ) No Campo de Santana está situada a sede da Fundação Parques e Jardins
(Lx) Tem no seu interior instalações de apoio aos jardineiros do serviço de jardins.
(RJ) Tem muita estatuária.
(Lx) Tem um busto do Índio Garcilaso de la Vega, uma placa em memória do General Gomes Ferreira e seus correlegionários, assassinados neste local e a estátua do Dr. Sousa Martins.
(RJ) Aberto todos os dias, entre as 9 e as 17 horas.
(Lx) De acesso livre.
Apesar das diferenças significativas entre os dois espaços (área, delimitação, estatuária) há semelhanças interessantes, quase que a pedirem uma geminação.

3 - Friends of the High Line - NY 1 (3.02 min.) - disponível desde hoje
Notícia de 22.10.2004 no canal local NY 1.
4 - Friends of the High Line - CBS (2.13 min.) - disponível desde hoje
Notícia de 6.10.2004 no canal CBS.
5 - The subversive architects (7.09 min.) - disponível desde 08.02.07


Fotos em *
O que é a cidade? O que deve ser? Como pode ser melhorada?
"The subversive architects" documenta uma transformação temporária de um espaço público de Londres, encomendada à equipa de arquitectos “office for subversive architecture” , que aqui realiza uma intervenção que tem como um dos principais objectivos suscitar a discussão e a reflexão sobre a qualidade do espaço urbano. “Melhorar um espaço significa também que as pessoas começem a pensar nele...”.
Extra - Jack in the Green
(2.31 min.) - disponível desde 08.06.06
Jack in the Green é o nome de uma canção dos Jethro Tull, do albúm “Songs from the Wood” , gravada em 1977 e aqui apresentada num espectáculo ao vivo no ano seguinte. Jack in the Green era uma das personagens das tradicionais festas inglesas de Maio, representada com uma cobertura de folhas piramidal ou cónica e simbolizando um espírito protector da floresta. Por reprovação dos Vitorianos, no século XIX, foi-se perdendo o hábito de incluí-la nas referidas festividades. (deixou de estar disponível - alterado para outro registo, com 2.33 min., de 1982, disponível desde 23.03.2007)
Etiquetas: Benef. ev., NY, Revital., Videos
Peter Gabriel fala do seu amor pelas árvores, do projecto Witness e das possiblidades que as tecnologias de comunicação abrem à construção de um mundo melhor
JN, 2006
"...A tecnologia permite que os problemas humanos tenham uma face..."
"...Pode haver um novo movimento, levantando-se do chão, estendendo-se para a luz e crescendo cada vez mais forte, como uma árvore."
Semente trazida de Árvores da minha rua
Etiquetas: Foto J, Gestão ev's, Particip., Videos
Ansel Adams, Oak Tree, Snowstorm,Yosemite National Park, 1948
frente ao espírito embriagado
Pelos objectos presentes, e a agitada
Dança de quanto passa, a imagem sóbria
Das coisas que perduram
A natureza, segundo pensava, infundia-nos a disposição de buscarmos na vida e uns nos outros "quanto há de bom e desejável". Era uma "imagem de recta razão", de molde a moderar os impulsos distorcidos da vida urbana"Etiquetas: Benef. ev., Livros
Etiquetas: Encontro, Gestão ev's
Foto da página de pesquisa da biblioteca da FCG
Depois de algumas consultas na Biblioteca com a mais agradável sala de leitura de Lisboa (do mundo?), uma tarde memorável:
"FESTA DOS LIVROS: APRESENTAÇÃO DE OBRAS “OS EDÍFICIOS” E “O JARDIM”, 7 de Dezembro, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian
Designing small parks, a manual for adressing social and ecological concerns, Ann Forsyth and Laura Musacchio

Urban Open Space, Designing for user needs, Mark Francis
"Public interest and support will continue to expand for the preservation and development of urban space. Landscape architects will need to find ways to play a more central leadership role in this growing movement. To do so, they need to better use research advances in their design work. In addition, researchers must close gaps in their understanding of user needs such as the appropiate role of design and form in making comfortable and memorable places for people. Case studies are an effective way their influence can be expanded and projects made more sucessful. Continued research in the form of new case studies is needed to show how user needs can be effectively transleted into design. Programming, planning, design, and management based on human needs will be essential to the future development of open spaces as well as the growth of the profession."

JN
Rethinking Urban Parks: Public Space and Cultural Diversity, Setha Low, Dana Taplin, Suzanne Scheld
Bem a propósito, depois da semana do roteiro para a inclusão.
"...cultural diversity, utilized effectively and honestly, leads to a more democratic practices and peaceful relationships between people within a locality especially if all groups are treated equally with respect for their needs, desires, and adequate space and resources for work, home, and recreation"
Etiquetas: Gestão ev's, Livros, Planeam.
Etiquetas: EV's, Gestão ev's, Revital.
"O Bairro de Nova Oeiras, situado na vila de Oeiras, é um dos conjuntos urbanos mais emblemáticos do chamado Urbanismo Moderno em Portugal, movimento que nas décadas a seguir à II Guerra Mundial, seguiu os princípios da Carta de Atenas do Urbanismo (...) é também um dos planos urbanísticos, quase completamente realizados na prática, menos conhecidos e menos divulgados no nosso país. Pela sua qualidade e valor urbanístico e arquitectónico - e, porque não, já histórico (vai passando meio século sobre os primeiros estudos) - bem como pelo seu significado para a comunidade que o vive e usa, merecerá melhor divulgação e mais conhecimento, por forma a permitir a sua correcta protecção, manutenção e evolução. (...)
(...) a intervenção de Ribeiro Telles foi uma pedra essencial na estrutura e imagem do conjunto do bairro, além de ter constituído um dos seus primeiros trabalhos profissionais."
Etiquetas: Encont